Lô Borges, dono de obra impagável, é saudado em show em Belo Horizonte
07/01/2026
(Foto: Reprodução) Lô Borges (1952 – 2025) ganha tributo em show agendado para 17 de janeiro na Casa Outono, em Belo Horizonte (MG), terra natal do artista
Cafi / Reprodução Instagram Cafi
♫ NOTÍCIA
♬ Ocorrida há dois meses, a morte de Lô Borges (10 de janeiro de 1952 – 2 de novembro de 2025), aos 73 anos, ainda é ferida aberta no coração do povo brasileiro que cresceu ao som da MPB e das canções do Clube da Esquina.
Em Belo Horizonte (MG), terra natal deste cantor, compositor e violonista que deixou rio de melodias e harmonias requintadas, a saudade poderá ser amenizada com show em tributo ao artista, cuja contribuição ao Clube da Esquina foi nada menos do que fundamental.
Agendado para 17 de janeiro na Casa Outono, no Carmo, bairro de BH, o show “Isto não se apaga – Homenagem a Lô Borges” junta Paula Santoro – cantora mineira hábil no trânsito por caminhos harmônicos intrincados – e Pablo Castro (voz, violão e teclados), diretor musical da turnê com que Lô celebrou em 2012 os 50 anos do primeiro álbum solo, lançado em 1972 e popularmente conhecido como “o disco do tênis” pela foto de Cafi (1950 – 2019) exposta na capa do LP.
Acompanhados do guitarrista Thiago Caldas, Paula Santoro e Pablo Castro vão saudar Lô Borges com as lembranças de músicas como “Tudo que você podia ser” (Lô Borges e Márcio Borges), “Nuvem cigana” (Lô Borges e Ronaldo Bastos), “Um girassol da cor de seu cabelo” (Lô Borges e Márcio Borges), “Paisagem da janela” (Lô Borges e Fernando Brant) e “O trem azul” (Lô Borges e Ronaldo Bastos) – todas apresentadas em 1972 no antológico álbum “Clube da Esquina”, assinado por Milton Nascimento com Lô Borges.
Detalhe: o título do show “Isto não se apaga – Homenagem a Lô Borges” reproduz verso da letra da canção “Sempre viva”, parceria de Lô com o irmão Marcio Borges apresentada no segundo álbum solo do artista, “A Via Láctea” (1979).